A Nazi graphic against capitalism, communism, homosexuality, and the Jews

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The microscope reveals symbols for the British pound and the American dollar, and for Jews, communists, and homosexuals (triangles).

The poem at the bottom reads:

Infectious Germs

With his poison, the Jew destroys
The sluggish blood of weaker peoples;
So that a diagnosis arises,
Of swift degeneration.
With us, however, the case is different:
The blood is pure; we are healthy!

(From Der Stürmer, April 15, 1943, p. 1.)

My rough count for each symbol: British pound (5), American dollar (5), Jews (28), communists (5 hammer/sickles and 2 stars), and homosexuals (15).

(Does that mean the Nazis’ worst nightmare would be a gay Jewish capitalist?)

Sources:
The poem and image are from “Metaphors, Fantasy & the Social Construction of Reality” by Richard A. Koenigsberg.
The image is from Robert Proctor’s Racial Hygiene: Medicine Under the Nazis.

Also:
An earlier post on “Dr. Franz Hamburger and the Nazi collectivizing of reproduction.”
My fuller treatment of National Socialist medicine, sex, family, and eugenic policies is in Section 16 of Nietzsche and the Nazis.

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My speaking schedule April-July 2015

April 10-12, Cancún, Mexico. Liberty Fund Socratic Seminar. Topic: E. G. West’s Education and the State.

April 13-14: Cancún. APEE Conference. Topic One: “Corruption in Business—Does Regulation Lessen or Increase It?”speaker-action-145 Topic Two: “Social Virtues for Individualists.”

April 19-25: Buenos Aires, Argentina. Fundación para la Responsabilidad Intelectual. Topics: TBA.

April 29-May 1: Jekyll Island, Georgia. Conference on “Responsibility and the Financial Crisis.”

June 19-22, Nashua, NH. Atlas Summit. Topic: “The Three Best Arguments against Liberal Capitalism.”

July 26: Hong Kong, China. Conference on Neo-Enlightenment: Art after Postmodernism and the Art of Hong Kong in the 21st Century. My topic: “The Next Revolution in Art.”

July 29-31: Nanjing, China. Conference on CSR, Sustainability, Ethics & Governance. Topic: “Entrepreneurship’s Relationship to CSR.”

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Monopólio bom, monopólio ruim

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Permitam-me dar alguns exemplos de monopólios, para logo em seguida perguntar: quais são bons e quais são ruins?

  1. Megan e Ramon começaram a namorar e estão encantados um pelo outro. Em pouco tempo, eles estão monopolizando o seu tempo nessa relação amorosa e decidem se casar.
  2. Um município, localizado em uma área remota, possui somente um armazém, um banco e um posto de gasolina, mas não um restaurante — até que Anita chega à cidade e abre um. Em breve, ela possui um negócio lucrativo, sustentado pelos habitantes e viajantes ocasionais que ali fazem suas refeições.
  3. Um químico inventa um novo tipo de revestimento que oferece vedação total a uma fração do custo atual. Logo, seu revestimento é usado em virtualmente todos os produtos que demandam tal aplicação.
  4. Por 20 anos, Carrie e Hardy têm sido os únicos dois contadores de uma empresa de médio porte. Eles conhecem profundamente a contabilidade da empresa, assim como todos os seus vendedores e clientes. Carrie se aposenta, deixando Hardy como o único contador da empresa com conhecimento amplo de suas operações.
  5. Uma empresa de médio porte possui 1000 empregados, 990 dos quais votam em favor da formação de um sindicato. O proprietário da empresa assina um contrato de cinco anos concordando em negociar somente com os representantes do novo sindicato questões relativas a salários e benefícios.
  6. O governo de uma nação concede status especial a uma empresa privada como a única com permissão a entregar correspondências. Se outra empresa tentar competir com ela, a polícia fechará suas instalações.

Monopólios fazem parte de nossas vidas. Mas eles surgem por diversas razões e nos afetam de forma diferente. Os humanos geram e comerciam diferentes tipos de valores (produtos e serviços) uns com os outros, tanto no mercado doméstico quanto no mercado internacional, portanto, quaisquer princípios políticos relativos ao monopólio devem ser consistentes.

Vamos começar nossa análise por Megan e Ramon, que estão no mercado do namoro. Cada um possui qualidades (ativos) a oferecer, e cada um deseja algo em troca — amor, sexo, segurança, aventura e outras coisas.  Ambos enfrentam concorrência nesse mercado. Depois de divulgarem suas características pessoais, de forma sútil ou explícita, e talvez com a ajuda de casamenteiros que intermediaram seu primeiro encontro, eles eventualmente se encontraram. Durante uma série de encontros, eles negociaram termos mutualmente benéficos e optaram por uma relação monopolística de longo prazo.Monopoly-Government-Style2

Contei a história de Megan e Ramon de forma romântica? Temos algum problema com o monopólio nesse caso?

Podemos dizer: nenhum problema. Megan e Ramon são indivíduos livres. Eles podem escolher namorar outras pessoas ou não. Ninguém tem o direito ao amor de Megan ou Ramon caso não queiram compartilhá-lo. Eles podem se comprometer a qualquer pessoa que desejarem, desde que a pessoa envolvida esteja de acordo.

Alguma coisa mudaria nos seguintes casos?

  1. Suponha que Megan estivesse flertando com Charles e Neil, e ambos estivessem apaixonados por ela. Mas surgiu Ramon, e Megan terminou com eles. Competição brutal.
  2. Suponha, porém, que eles vivem em um município afastado, com poucos solteiros. Ramon pode escolher entre diversas mulheres. Mercado de compradores.
  3. Megan é uma farmacêutica amadora. Ela realiza teste com perfumes e encontra uma fragrância que muito agrada aos homens. Mas ela não divulga sua fórmula, evitando que outras mulheres a utilizem, dando-lhe uma vantagem no mercado do namoro. Inovação e vantagem comparativa.
  4. Suponha que a câmara municipal aprove uma lei proibindo seus cidadãos de namorarem pessoas de outras cidades. Os moradores desse município adorarão poder escolher seus parceiros livres de intrusos. Proteção contra a concorrência externa.
  5. Megan e Ramon ainda não se conhecem, e como são bonitos e encantadores, têm desfrutado de vários encontros casuais com pessoas diferentes. O prefeito decreta que Megan e Ramon só poderão namorar uma pessoa de agora em diante, pois estão diminuindo as chances de as outras pessoas terem um encontro. Competição administrada.

O que se aplica ao amor, também se aplica a programas de computador, serviço postal, petróleo, alumínio e livros — e a qualquer coisa de valor que as pessoas criam e comercializam. As pessoas deveriam ser agentes livres como produtores e consumidores, e qualquer que seja o tamanho da fatia de mercado ou quaisquer táticas competitivas são legítimas na medida em que a livre vontade é respeitada. Em poucas palavras, o monopólio é somente um problema quando surge ou se faz cumprir por meio da imposição.monopólios-620x350

Uma empresa que introduz um novo produto ou serviço tem, por definição, um status de monopólio. Mas um único vendedor de um novo produto não é uma ameaça. Em vez disso, um vendedor está dando outra opção aos consumidores, assim como um novo “partido” ou alguém como uma nova tática para conquistar mulheres está introduzindo outra opção no mercado do namoro.

Uma empresa que adquire uma grande fatia de mercado no livre mercado pode se tornar um monopólio — mas esse status é merecido: significa que os consumidores escolheram voluntariamente os serviços daquela empresa e não das outras, assim como muitos homens e mulheres podem querer namorar uma pessoa muito atraente.

Uma empresa que monopolística pode cobrar um preço maior ou restringir o seu número de clientes. Mas nenhuma empresa deveria ser obrigada a vender a um preço inferior ao que deseja, assim como ninguém deveria ser obrigado a namorar alguém que não atende aos seus padrões.

Ao mesmo tempo, os consumidores têm a opção de comprar ou não comprar ao preço de monopólio, assim como a opção de comprar produtos similares ou, como ocorre no mercado do namoro, aceitar ou recusar os pedidos para sair dos solteiros e solteiras, preferindo outro tipo de diversão qualquer (cinema, teatro, leitura de um livro).

Além disso, o status de monopólio no livre mercado nunca é garantido, já que outras empresas podem livremente entrar no mercado. Uma empresa monopolística que cobra preços altos é vulnerável à concorrência que pode oferecer um produto similar a um preço mais baixo, assim como uma pessoa atraente que muito demanda pode não conseguir muitos encontros. E o outrora inovador, caso se torne obsoleto, é vulnerável à concorrência que alcança e supera suas inovações, assim como um novo garoto na cidade pode influenciar o mercado local, fazendo com que o resto dos homens melhorem suas estratégias.rich-monopoly-man1

Mas tudo que é importante muda quando a força política é introduzida. Quando um governo confere um status de monopólio especial a uma empresa particular, ela não se preocupa com a concorrência. Seu incentivo a inovar e baixar preços é enfraquecido. Além disso, é relevante o fato de que a empresa monopolística foi inicialmente selecionada por políticos e não pelos consumidores. Segue que o principal interesse da empresa é dar aos políticos o que eles querem de forma a manter o status de monopólio — em vez de dar aos consumidores o que eles querem. Detalhe: os monopólios concedidos pelo governo também violam a liberdade de qualquer outra empresa entrar no mercado. Empreendedores que, de outra maneira, poderiam ter escolhido esse nicho de mercado são proibidos de fazê-lo.

Exatamente pelas mesmas razões que os monopólios administrados pelo governo no mercado de namoro e casamento seriam desumanizantes e insatisfatórias, os monopólios governamentais em qualquer área o são. Com quem nos associamos e em quais termos deveria ser uma questão pessoal.

Mas, até onde podemos levar essa analogia entre namoro livre e outras buscas de valores humanos? Pelo menos, um passo adiante.

No mercado do namoro, nem todo mundo encontra o amor verdadeiro. Algumas ficam sozinhas, outras se contentam com a segunda melhor opção, e outras ainda têm seu coração partido. Talvez a lição seja que os mesmos riscos são reais em quaisquer mercados da vida, incluindo os negócios. E assim como devemos proceder na busca pelo amor, precisamos desenvolver a resiliência e fortaleza necessárias para lidar com a concorrência em nossa vida, seja no campo pessoal ou profissional.

* * *

hicks-stephen-2013“Monopólio bom, monopólio ruim” Por Stephen Hicks. Tradução de Matheus Pacini. Revisão de Russ Silva. Artigo Original no “The Good Life”. Visite EveryJoe.com para ler os últimos artigos de Stephen Hicks.

Stephen Hicks é o autor do livro Explicando o Pós Modernismo e Nietzsche and the Nazis.

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Immanuel Kant, portraiture, and I

I’m re-reading some biographical material on Kant, the great counter-Enlightenment philosopher of Königsberg. (Apparently, the crooked-timber house that Kant lived in early in his career was subject to vandalism recently. A sublime and phenomenal critique of the critiquer.)

With one exception, Professor Kant had no pictures hanging on the walls of his house. Kant had been raised in a strict Pietist household. Pietism is a version of Lutheranism that emphasizes spiritual inwardness, simplicity, and rejects external decoration and imagery.rousseau-j-j

The one exception for the adult Kant was in his study and directly over his desk: a picture of Jean-Jacques Rousseau. “I learned to honor mankind from reading Rousseau,” Kant said.

Unlike Kant, I have a large number of paintings in my study. But like Kant I have only one portrait in my study.

Mine is of Frederick Douglass. It shows Douglass in his late twenties, with his hair still dark and his visage of unbreakable purpose. douglass-samuel_j_miller_1847-52 It’s a print from a daguerreotype made circa 1850. The original is at the Art Institute of Chicago.

In the context of my ongoing competition with Kant, I very much like this symbolism: Rousseau versus Douglass.

Rousseau holds that man is born free and is now in chains. Douglass was born in chains and made himself free.

But Rousseau is concerned to justify our chained state. As he puts it in the opening section of The Social Contract: “What can render it legitimate?” And to do so, he proposes to yoke each of us to the collectivized General Will as administered by the State’s compulsive power: “whoever refuses to obey the general will will be forced to do so by the entire body; this means merely that he will be forced to be free.”

Further from Rousseau: “The state … ought to have a universal compulsory force to move and arrange each part in the manner best suited to the whole.” And if the state’s leaders say to the citizen, “‘it is expedient for the state that you should die,’ he should die.”[2]

Douglass’s purpose, by contrast, is to end bondage and achieve liberty for all. This from his letter to his former master on why he escaped from slavery:

“The morality of the act, I dispose as follows: I am myself; you are yourself; we are two distinct persons, equal persons. What you are, I am. You are a man, and so am I. God created both, and made us separate beings. I am not by nature bound to you, or you to me. Nature does not make your existence depend upon me, or mine to depend upon yours. I cannot walk upon your legs, or you upon mine. I cannot breathe for you, or you for me; I must breathe for myself, and you for yourself. We are distinct persons, and are each equally provided with faculties necessary to our individual existence.”[3]

For your personal collection, portraits of either man are available for sale. The choice is yours: Jean-Jacques Rousseau or Frederick Douglass.

Sources:

[1] Otfried Höffe, Immanuel Kant. Translated by Marshall Farrier (State University of New York Press, 1994), p. 17.

[2] Rousseau, The Social Contract, 1.1, 1:7, 2:4, and 2:5.

[3] Douglass’s 1848 letter from Frederick Douglas: Selected Speeches and Writings.

[4] My extended discussion of Kant’s philosophy and Rousseau’s politics is in my Explaining Postmodernism: Skepticism and Socialism from Rousseau to Foucault.

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Professor Carrie-Ann Biondi to speak at Rockford University

biondi-carrie-annDr. Carrie-Ann Biondi of Marymount Manhattan College will be speaking on “Mike Rowe and Ayn Rand: Somebody’s Gotta Do It.”

Dr. Biondi won Marymount Manhattan’s teaching excellence award in 2012. A video of her acceptance speech is here.

According to my colleague Shawn Klein, who is organizing the talk, Dr. Biondi’s focus is actor Mike Rowe of “Dirty Jobs” and “Somebody’s Gotta Do It” and what those television programs show about productiveness as a virtue. Rowe,Mike-Dirty-Jobs

“There is no such thing as clean or dirty work, but rather work done either well or poorly.”

Time: April 2.
Location: Rockford University campus. (Map here.)

Dr. Biondi’s talk is sponsored by the Center for Ethics and Entrepreneurship and is open to all interested parties.

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Is Free Speech Dead in Universities? [new The Good Life column]

The opening of my latest column at EveryJoe:

“Strange times for free speech.

“A century ago, Germany was the authoritarian nation. Kaiser Wilhelm was presiding over its efforts in World War I, and young Adolf Hitler was working toward his opportunity in World War II. At the same time, Britain and America were havens of liberal ideals.

“Yet those nations seem to have reversed roles on free speech and open debate. This year the German authorities decided to allow the republication of Hitler’s Mein Kampf. But simultaneously the British government has ordered its universities to police extremist ideas within their walls. And with the American commencement season approaching, we can expect another round of speaker dis-invitations as university students demand that they not have to listen to ideas outside their comfort zone …” [Read more here.]

GoodLife-university

Previous column in The Good Life series: Is Republishing Hitler’s Mein Kampf the Correct Decision?

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David Boaz on lobbyists

Boaz-LM

“When you lay out a picnic, you get ants. When you hand out more wealth through government, you get lobbyists. The federal budget is the biggest picnic in history.”

That amusingly perfect analogy is from page 241 of Boaz’s new The Libertarian Mind.

More on Boaz’s excellent book to come.

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The best religious conservative song ever

Sting-cover … is by Sting. From his 1999 Brand New Day album.

If you like, listen to the song while reading the lyrics below (YouTube version here). Then further below are the lyrics with my thematic-dramatic-arc notes added.

“Fill Her Up”

Mobil station
Where I stand
This old gas pump
In my hand.

The boss don’t like me
A face like a weasel
All on my hands
The smell of diesel.

Here come a big shot
Here he come!
From the city
God damn!
V-8 engine
She runs so pretty.
Woo!
Fill ‘er up, son
Unleaded.
I need a full tank of gas
where I’m headed

Up in the front seat
A pretty red head,
We’re going to Vegas
We’re gonna get wed
So fill her up, son!
Don’t be starin’
Yeah, that’s a real diamond she be wearin’
.

I’m gonna treat my baby one day.
I’m gonna fill ‘er up and head west.
That’s it
I’m gonna find some money all right.

See orange tail lights headed west
I got no money to invest
I got no prospects
Or education
I was lucky to get the job at this gas station.

That old cash box
That old cash box
On the top shelf
On the top shelf
The boss is sleeping
The boss is sleeping
I’ll just help myself.
Let’s consider this
As just a loan
I can sort it out later on the phone.

I’m gonna pick my girl up tonight
I’m gonna fill ‘er up and head west
I’m gonna show her all the bright lights
We’re gonna say we lived ‘fore we come home.

And as I head through the woods on the way back
The evening sun is slanting through the pine trees real pretty
It’s like I walked into a glade of heaven
And there’s music playing
And this money is cold in my hand and a voice somewhere is saying:
Why would you want to take that stolen thing?
What real happiness can it bring?

Ohhh Ahhhohhhh Ohhhh
You’re gonna fill her up with sadness
You’re gonna fill her up with shame
You’re gonna fill her up with sorrow before she even takes your name
You’re gonna fill her up with badness
You’re gonna fill her up with pain
You’re gonna live with no tomorrow
You’re gonna fill her up with hate
You’re gonna fill her up darkness
You’re gonna fill her up with light

You gotta fill her up with Jesus!
You gotta fill her up with light!
You gotta fill her up with spirit
You’ve gotta fill her up with faith
You gotta fill her up with heaven
You’ve got the rest of life to face
You’ve gotta fill her up right away
You’ve gotta fill her up with faith
You’ve gotta fill her up with babies
You’ve gotta fill her up with this way
You’re gonna love that girl forever
Your gonna fill her up for life
You’re gonna be her loving husband
She gonna be your lovely wife
You’ve gotta fill her up with gladness.
You gotta fill her up with joy
You gotta fill her up with love
You gotta fill her up with love …

* * *

Here is my gloss: the lyrics on the left side and my theme-notes on the right side.

Sting-FHU-1

Sting-FHU-2

Sting-FHU-3

I am neither religious nor conservative, but I like this song very much, both musically and thematically.

It captures one strain of religious conservatism: the kind that wants one to live morally upright life — but for that to be integrated with a happy life filled with real value in this world — that recognizes the pull of temptations to take shortcuts — but holds that even the most common of common people can decide the proper course for themselves and successfully embark upon it.

The title is an over-statement, perhaps. Maybe it’s the best American religious conservative song. I’m thinking of the stereotype of optimistic-American-everyman-of-humble-origins who combines practical worldliness with religion. But I am open to suggestion.

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